IML e Polícia Civil identificam mulher encontrada morta em fundo de vale

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A mulher encontrada morta em um fundo de vale, na zona sul de Maringá, foi identificada no final da manhã de hoje (quarta-feira/24), no Instituto Médico Legal. Trata-se de Luana Clemente de Oliveira, de 25 anos. A identificação de forma oficial, aconteceu após um trabalho em conjunto do IML com o Instituto de Identificação da PCPR, através do exame de papiloscopia (processo de identificação por meio das impressões digitais). Luana morava no Parque da Gávea, a poucos metros do local em que ela foi encontrada morta. Segundo familiares, a moça foi vista na última sexta-feira, 19. Ela estava na companhia de um homem e duas mulheres. Dias atrás Luana teria chego em casa, com um ferimento na cabeça, indicando uma possível agressão. A princípio ela foi morta por esganadura. A polícia cívil investiga o caso.

ENCONTRO DE CADÁVER 

A Polícia Civil de Maringá, através da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), está investigando as circunstâncias da morte de uma mulher, encontrada já em avançado estado de decomposição, no final da tarde de ontem (terça-feira/23), na zona sul de Maringá. Uma pessoa caminhava próximo há um fundo de vale, situado, entre os bairros Parque da Gávea e Jardim Aclimação, quando sentiu um cheiro muito forte. Essa pessoa aproximou-se da mata e se deparou com o corpo da mulher, ao lado de uma bananeira. Imediatamente a Polícia Militar foi comunicada, e posteriormente a PM acionou os demais órgãos competentes.

Um investigador da DHPP, acompanhado de um perito do Instituto de Criminalistica, estiveram no local realizando todos os levantamentos possíveis. A mulher não portava nenhum tipo de documento. Ela estava vestindo um macacão vermelho, e foi possível identificar uma tatuagem em uma das pernas. O desenho de uma coroa, com o nome Davi. Por conta das circunstâncias em que o corpo se encontrava, não foi possível identificar sinais de violência. Um agente do IML, fez a remoção do corpo.

No Instituto Médico Legal, será realizado o exame de necropsia que irá apontar as reais causas da morte. Nesse primeiro momento, nenhuma hipótese é descartada pela polícia cívil.