Polícia Civil prende suspeito de ter praticado estupros em loteamento de Maringá

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Um homem de 29 anos, que já conta com antecedentes criminais, foi detido no final da manhã desta sexta-feira (24), suspeito de ser o autor de diversos estupros contra mulheres, em um loteamento da cidade. A detenção do suspeito aconteceu no Jardim Rebouças. Bairro situado nas imediações que os crimes ocorreram.

A Polícia Civil de Maringá informa, que investigadores da Delegacia da Mulher e Delegacia de Estelionato, em diligências, lograram êxito na localização do indivíduo. O suspeito reagiu a abordagem e entrou em luta corporal com os agentes da PCPR.

O homem foi conduzido até o plantão da 09ªSDP, para serem tomadas as providências cabíveis. Uma das vítimas, o reconheceu como sendo o autor da violência sexual praticada contra ela. A mulher quando viu o indivíduo, entrou em estado de choque e começou a chorar.

Demais vítimas, foram avisadas em relação a prisão do suspeito, e já estão indo até a delegacia para fazerem o reconhecimento. Os crimes aconteceram no loteamento Monte Sinai, localizado no final da Avenida Mandacaru, próximo à uma área de mata. As vítimas relataram durante depoimento, que o tarado usava uma arma de fogo e realizava diversas ameaças. Os policiais não encontraram a suposta arma.

A ocorrência está em andamento.

AÇÕES PRATICADA PELO SUSPEITO 

Depois da divulgação no início da semana, a respeito de um homem que estaria atacando casais de namorados, em Maringá, um casal procurou a Delegacia de Polícia Civil e afirmou ter sido abordada pelo suspeito há cerca de 4 meses atrás.O suspeito está sendo titulado como Maníaco do Loteamento, porque comete seus crimes no Loteamento Monte Sinai, local conhecido como o fim do mundo, situado no final da Avenida Mandacaru, após o contorno norte.

Segundo relato do casal na DP, eles estavam no loteamento, quando o indivíduo saiu armado do meio de uma plantação de milho efetuando disparos de arma de fogo. Ele utilizou os mesmos modus operandi, mandando as vítimas deitarem no chão, e que para não os matarem, praticaria sexo com a mulher.

Em um determinado momento, ele começou a passar a mão no corpo da jovem, que entrou em desespero. Situação que fez o maníaco desistir do crime. O casal relatou que no dia, por vergonha, não registraram boletim de ocorrência.

Outros casos

Um casal foi rendido e a moça estuprada em Maringá, na noite desta segunda-feira (13), no loteamento Monte Sinai, próximo ao Jardim Rebouças, local conhecido como o fim do mundo. De acordo com o Boletim de Ocorrência, o casal parou a moto em uma das ruas do loteamento para beber whisky e namorar. Depois de um certo tempo, o casal foi abordado e rendido por um homem encapuzado e armado com uma pistola, que saiu de meio uma mata.

O criminoso, obrigou as vítimas a empurrar a moto até o final da rua, próximo a uma plantação de milho e ordenou que os dois deitassem no chão. Com a arma apontada para as vítimas, o homem fez ameaças de mortes e durante um determinado momento, relatou que para não matá-los, iria manter relações sexuais com a moça.

Ele então pediu para o rapaz, se afastar um pouco e com a arma apontada para a cabeça da jovem praticou o  estupro. Inicialmente o criminoso não utilizou preservativo, somente após algum tempo ele retirou do bolso e passou a usar preservativo.
Após o abuso o suspeito, continuou com as ameaças e que iria ter relações sexuais com a jovem novamente. A vítima entrou em estado de choque, o que fez o marginal desistir e liberar as vítimas. O suspeito tem aproximadamente 1,75 m, gordo, utilizava moletom azul-claro, calça preta, sapatos estilo coturno, touca ninja (balaclava). A Polícia Militar realizou patrulhamento pelo local, mas o suspeito não foi encontrado.

A moça, que tem 25 anos, foi encaminhada ao Hospital Universitário, onde foi medicada e permanece internada. Outros dois casos que ocorreram no mesmo local estão sendo investigados pela polícia. Um dos casos o casal teve o carro roubado e o criminoso passou a mão na jovem.

O loteamento foi marcado também por um crime brutal no ano de 2019. Jennifer Tavares Mologni, de 16 anos, na época foi assassinada e estuprada, no local. O principal suspeito da morte foi preso e deve ser julgado pelo crime nos próximos meses.