Bailarina assassinada é cremada em cerimônia reservada a família e amigos

MISTÉRIO ENTORNO DA MORTE - POLICIA CIVIL TRABALHA NAS INVESTIGAÇÕES

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Em uma cerimônia reservada aos familiares e amigos, ocorreu no final da desta segunda-feira (27) no crematório Angelus, anexo ao cemitério parque de Maringá, a cremação da Bailarina Maria Glória Poltronieri Borges de 25 anos. A moça foi assassinada durante o final de semana. O crime aconteceu na área rural de Mandaguari, próximo a uma cachoeira situada as margens da PR-444. Mago, como era conhecida, possivelmente foi estrangulada (asfixia) e existe a suspeita de violência sexual.

A bailarina que também era estudante universitária, foi ao local no sábado (25) a tarde. Familiares da jovem levaram ela até uma chácara que fica próxima a cachoeira. O local é frequentado por pessoas que gostam de acampar e participam de retiros. No domingo a mãe da moça tentou entrar em contato com ela via telefone, porém não conseguiu. Diante desta situação a mãe foi ao local na companhia de uma outra filha, buscar a bailarina e encontrou a filha em uma mata que fica cerca de 50 metros da cachoeira.

A vítima estava vestida, porém com uma peça íntima enroscada no pescoço. O corpo foi encaminhado ao IML de Maringá, e passou pelo exame de necropsia. Nos próximos dias sairá o laudo oficial que irá apontar as reais causas da morte. Policiais Civis de Mandaguari, com o auxílio dos agentes da Divisão de Homicídios de Maringá, estão trabalhando nas investigações. Na tarde de hoje, bombeiros civis da cidade de Jandaia do Sul, foram ouvidos pelo delegado Zoroastro Nery, que preside as investigações. Os bombeiros participavam de um treinamento que acontecia no local.

Possivelmente nas próximas horas, familiares, amigos e outras pessoas próximas a bailarina, deverão prestar depoimento na delegacia de policia civil. A autoridade policial relatou que nenhuma possibilidade é descartada pela polícia. Investigadores acreditam que a vitima ficou sozinha por um tempo, mas depois possivelmente teria se encontrado com outras pessoas ainda no sábado. Os pais da moça, são proprietários de uma academia de ballet na cidade de Maringá. Mago era extremamente dedicada a dança e era amante da natureza. A bailarina atuava como profissional, desde o ano de 2008. A família clama por justiça.